ABERTAS INSCRIÇÕES PARA O SISU DO MEIO DO ANO
Estudantes que fizeram Enem podem se candidatar no processo seletivo.
O PET Conexões Ciranda da Ciência é um grupo interdisciplinar que desenvolvem atividades de Divulgação Científica e a Troca de Saberes entre Comunidades Populares e a Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Vestibular 2014 da UFPE manterá o Enem como primeira etapa da seleção
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) manterá o Enem, incluindo a
redação, como primeira etapa e as provas específicas aplicadas pela
Comissão de Vestibular (Covest) como a segunda etapa do Vestibular
2014.O reitor Anísio Brasileiro decidiu divulgar antecipadamente que
esta será a proposta a ser encaminhada ao Conselho Universitário, ainda
neste semestre. “Queremos dar tranquilidade aos estudantes que estão se
preparando para o vestibular, deixando claro que não haverá mudanças nas
provas do processo seletivo”, afirma o reitor.
A Pró-Reitoria
para Assuntos Acadêmicos (Proacad) irá promover este ano palestras e
discussões, no Conselho Universitário, sobre o Sistema de Seleção
Unificada (Sisu), que oferta vagas de instituições públicas de ensino
superior aos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “A
UFPE, antes de tomar qualquer decisão sobre aderir ou não
integralmente ao sistema unificado, quer conhecer as experiências de
outras instituições”, explica o reitor. Hoje, apenas dois cursos da
Universidade estão inseridos no Sisu: Oceanografia (Recife) – 25 vagas e
Estatística (Recife) – 30 vagas.
CRONOGRAMA – A inscrição para
a edição 2013 do Enem vai até o dia 27 deste mês. As provas serão
realizadas, em todo o país, em 26 e 27 de outubro. Os candidatos farão
quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha, e
uma redação. Para saber mais informações sobre o exame e realizar a
inscrição, acesse o site do Enem. O quadro de vagas da UFPE e o
cronograma da segunda etapa do Vestibular 2014, contendo período de
inscrição e data das provas específicas, serão divulgados posteriormente
pela Covest.
fonte: http://www.ufpe.br/ufpenova/ publicado em 14.05.13
O PET Conexões Ciranda da Ciência é um grupo interdisciplinar que desenvolvem atividades de Divulgação Científica e a Troca de Saberes entre Comunidades Populares e a Universidade Federal Rural de Pernambuco.
ENEM 2013
Imagem : https://www.facebook.com/EventosNordesteGaleraVip
O PET Conexões Ciranda da Ciência é um grupo interdisciplinar que desenvolvem atividades de Divulgação Científica e a Troca de Saberes entre Comunidades Populares e a Universidade Federal Rural de Pernambuco.
ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA PROCESSO SELETIVO DO PRÉ-VESTIBULAR DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - PREVUPE/ 2013
http://www.upenet.com.br/
O PET Conexões Ciranda da Ciência é um grupo interdisciplinar que desenvolvem atividades de Divulgação Científica e a Troca de Saberes entre Comunidades Populares e a Universidade Federal Rural de Pernambuco.
PROFISSÃO: ENGENHEIRO FLORESTAL!
Engenharia Florestal é o ramo da engenharia que visa à produção de bens oriundos da floresta
ou de cultivos florestais, através do manejo de áreas florestais para suprir a demanda
por seus produtos.
Tradicionalmente, o campo de trabalho restringia-se às grandes indústrias
de carvão,
celulose
e madeira serrada. Hoje, com a certeza de que a humanidade
depende do ambiente
em que vive, esta profissão ganhou importância em outros setores. Nas agências
governamentais, trabalha para manter as Unidades de Conservação e fiscalizar o uso das
áreas utilizadas pela iniciativa privada. Nas agências de certificação, cria
meios para que os consumidores conheçam o comportamento das empresas florestais
em relação ao ambiente. Como consultor independente, alavanca a formação de culturas
florestais em pequenas, médias e grandes produtores florestais, gerando
benefícios para as pequenas comunidades e para a sociedade em geral. As áreas
de atuação não se limitam a estas, elas continuam crescendo.
O ensino florestal de nível superior começou na Alemanha,
na Academia Florestal
de Tharandt, criada em 1811. A essa iniciativa seguiram-se outros
países na Europa. Em Portugal, o curso de engenheiros silvicultores foi criado
em 1911, a partir de um ramo do antigo curso superior de Agronomia. No Brasil,
o curso superior de engenharia florestal foi criado em 1960 na cidade de Viçosa, Minas Gerais,
mas foi transferido para a cidade de Curitiba,
Paraná,
no final de 1963.
Atuação
do engenheiro florestal
Silvicultura
O engenheiro florestal possui a capacidade de
gestão da produção florestal através da silvicultura.
Para tanto, conhecimentos profundos nas áreas de engenharia econômica e gestão da produção, bem
como em diversas áreas da administração, são necessárias.
Manejo florestal
O termo "manejo"
pode ser definido como sendo o gerenciamento dispensado a um povoamento
florestal, o qual interfere nas condições ambientais em prol do desenvolvimento
da floresta, ou de um cultivo florestal, ou também como sendo a administração
de uma empresa florestal. Relaciona-se à administração dos benefícios diretos e
indiretos proporcionados pela floresta ou pela cultura florestal. O manejo de
florestas, ou de cultivos florestais, deve englobar um conjunto de procedimentos
e técnicas que assegurem:
- A permanente capacidade das árvores para oferecer produtos e serviços, diretos e indiretos.
- A capacidade de regeneração natural.
- A capacidade de manutenção da biodiversidade.
- A sustentabilidade e direta ligação ecônomia, sócio-culturais e ambientes.
Gestão ambiental
Tem um conceito
muito amplo, mas na área da Engenharia Florestal relaciona-se ao desenvolvimento sustentável da produção
rural e o meio ambiente. O objetivo maior da gestão ambiental deve ser a busca permanente de
melhoria da qualidade ambiental dos serviços, produtos e ambiente de trabalho
de qualquer organização pública ou privada. A Engenharia Florestal atua nas
atividades das UCs (Unidades De Conservação), principalmente em órgãos
públicos, como o IAP (Instituto Ambiental do Paraná).
Tecnologia de produtos
florestais
O engenheiro
florestal também atua na interface entre a produção de bens florestais
(madeireiros e não-madeireiros) e o seu processamento, analisando a influência
da qualidade da matéria prima produzida na floresta e nas culturas florestais
sobre o seu processamento industrial e sobre a qualidade dos produtos obtidos.
Entre os produtos madeiráveis destacam-se a madeira
para serraria, celulose,
madeira tratada,
etc. Entre os não-madeireiros destacam-se óleos essenciais,
extrativos químicos, ecoturismo,
etc.
Engenharia florestal no Brasil
História
Em 1960 foi criada a Escola Nacional de
Florestas, primeira do ramo no Brasil, sediada na atual Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa - MG e
posteriormente transferida para Curitiba - PR
em 14 de novembro
de 1963.
Neste mesmo ano da referida transferência foi criada a segunda Escola Superior de
Florestas na mesma Universidade Federal de Viçosa, em que foi criada
a primeira. Assim, as duas primeiras escolas brasileiras do ramo foram criadas
em Viçosa, no estado de Minas Gerais. O período inicial de funcionamento do
curso, de 1961 a 1969 foi caracterizado pela existência do Convênio de
Assistência das Nações Unidas, através da FAO, conhecido como
"Projeto 52". De 1971 a 1982 vigorou, em Curitiba, o Convênio de
Cooperação Técnica entre a Universidade Federal do Paraná e a Universidade Albert-Ludwig,
em Freiburg
na Alemanha.
Foi durante este período que houve um efetivo desenvolvimento da Faculdade de
Florestas de Curitiba, em ensino, pesquisas e extensão florestal,
incluindo a criação em 1973,
do primeiro curso de Pós-Graduação a nível de mestrado em Engenharia Florestal
do Brasil. Posteriormente em 1982,
foi também criado o primeiro curso a nível de doutorado em Engenharia Florestal
do Brasil.
Graduação
O curso de
engenharia florestal é a princípio dividido em três grandes áreas de
conhecimento/atuação, sendo elas, a área silvícola,
a área ambiental
e a área industrial madeireira. Em geral cada curso de
Engenharia Florestal tende para uma dessas áreas, isso conforme a realidade a
qual o curso está inserido.
Durante a formação
há a capacitação profissional para a atuação nas atividades que se referem ao
uso sustentável dos recursos florestais (o
aproveitamento do que as florestas podem oferecer para um uso em prol da
humanidade), bem como a recuperação, manutenção e continuidade do ambiente
florestal. Veja que na Engenharia florestal é pensada a produção florestal integrada ao ambiente.
Contudo é de suma importância saber que a Engenharia florestal não forma
militantes ambientais, e sim profissionais aptos na aplicação do conhecimento
científico e da engenharia nas questões florestais.
Durante a
graduação em engenharia florestal o aluno estuda disciplinas tanto das áreas de
exatas,
biológicas
e humanas,
como podemos ver abaixo:
- Exatas: Cálculo, Estatística, Física, Química.
- Biológicas: Botânica, Entomologia, Genética, Silvicultura, Zoologia.
- Humanas: Administração, Direito ambiental, Economia, Legislação Florestal.
Atribuições no âmbito da
engenharia florestal
Segundo o Conselho Federal
de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA), Resolução nº 1.010,
Anexo II, de 22 de agosto de 2005.
- Geociências Aplicadas
o Sistemas, Métodos, Uso e Aplicações da Topografia
e da Cartografia.
Aerofotogrametria, Sensoriamento remoto, Fotointerpretação, Georreferenciamento. Atividades
multidisciplinares referentes a Planejamento Urbano e Regional no âmbito da
Engenharia Florestal.
o Ordenamento Territorial
Agrossilvipastoril.
Cadastro Técnico de Imóveis Rurais para fins Florestais.
o Agrometeorologia
e Climatologia
Agrícola.
- Agrologia, Dasologia e Fitologia
o Biodiversidade.
Ecossistemas
das Florestas Nativas, de Biomas,
florestamentos
e de Reflorestamentos.
o Edafologia.
o Silvicultura. Métodos Silviculturais. Crescimento, Manejo e
Produção Florestal.
o Química Agrícola, Fertilizantes,
Corretivos e Inoculantes. Nutrição
de Essências Vegetais.
o Fitotecnia. Microbiologia,
Fitopatologia,
Manejo de Pragas Florestais.
Processos de Cultivo, Manejo e Condução de Florestas e de culturas florestais.
- Engenharia e Tecnologia Florestais
o Tecnologia da Madeira. Estruturas de Madeira.
o Construções Rurais, Edificações e Instalações para
Fins Florestais.
o Instalações Elétricas
em Baixa Tensão para Fins Silviculturais de pequeno porte.
o Estradas Rurais.
o Hidráulica
Aplicada a Sistemas de Irrigação
e Drenagem,
Barragens e Obras de Terra.
o Hidrologia Aplicada ao Manejo Integrado de Bacias Hidrográficas.
o Recursos Energéticos Florestais. Fontes e
Conservação de energia
a partir de Recursos Naturais Renováveis e de Resíduos Silviculturais.
o Máquinas, Equipamentos e Mecanização na Engenharia
e na Tecnologia Florestal.
o Tecnologia de Ambientação e Manejo de Plantas e da
Fauna Silvestres.
o Viveiros para Fins Florestais. Reflorestamento.
o Formação, Manejo, Proteção, Utilização e Colheita
de Florestas.
o Sistemas e Métodos de Arborização.
Arborismo. Fitofisionomia Paisagística
Urbana, Rural e Ambiental.
o Biotecnologia. Engenharia Genética. Melhoramento e
Aproveitamento de Produtos Florestais.
o Colheita, Estoque e Transporte
de Produtos Florestais.
o Industrialização
e Tecnologia da Transformação de Produtos e Subprodutos de Origem Florestal.
o Produtos Madeiráveis e Não-Madeiráveis Oriundos das
Florestas e das culturas florestais.
o Aplicações da Aviação
Agrícola.
ENGENHARIA FLORESTAL NA UFRPE
Vagas:
80 (40 por semestre)
Turno: Diurno
Duração do Curso: 10 semestres
Carga horária: 4.005 horas
Regime do Curso: seriado
Telefone:3320 6293 Email:coordenacao@efl.ufrpe.br
Turno: Diurno
Duração do Curso: 10 semestres
Carga horária: 4.005 horas
Regime do Curso: seriado
Telefone:3320 6293 Email:coordenacao@efl.ufrpe.br

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